
Este trabalho apresenta os cinco fundamentos da Teoria Cosmológica Espacial (TCE), uma proposta de Teoria de Campo Unificado. A TCE postula o 'Espaço' como o elemento primordial único, responsável pela origem e sustentação de toda energia e matéria, exclusivamente através da densidade de movimento. Em contraste com o Modelo Padrão, a TCE redefine a estabilidade atômica e a gravidade por mecanismos causais diretos.
A coesão nuclear é explicada pelas Eletrocapas - microcamadas de 'Vácuo Espacial' geradas pela demanda crítica do 'Espaço' nas altas rotações subatômicas, substituindo a Força Nuclear Forte... Acesse!

Este manuscrito demonstra que as Marés não são o resultado da
'atração gravitacional' mecânica clássica, mas sim da interação da matéria com o Fluxo de Energia Espacial, que atravessa a Terra de Lado a Lado, promovendo duas Marés oceânicas simultânias.
Registros feitos por 11 anos consecutivos,
provam que a gravidade é um
Fluxo Espacial Vetorial (FEV) que 'induz' a requisição do 'Espaço' intramolecular e a "dilatação" das moléculas ao passar por meios materiais, redefinindo os Fenômenos de Marés como uma resposta Espacial e Termodinâmica, eliminando o conceito de Ação à Distância.

Este estudo apresenta a gênese dos Raios Cósmicos da perspectiva da Teoria Cosmologica Espacial (TCE). Propomos que a matéria seja o resultado da Convergência de 'Imagens' (matrix) emitidas
por corpos celestes distantes. À medida que se propagam pelo ‘Espaço’ Cósmico, essas ‘Imagens’ se condensam em
“corpúsculos errantes” que, ao serem reagrupados por Ressonância, se integram aos corpos celestes.
No caso da Terra, esse processo explica a formação de distintos depósitos minerais e
o crescimento secular da crosta terrestre, fundamentado na proposta de 'Lei da Materialização'.

Este artigo apresenta uma nova explicação para as órbitas dos corpos do sistema solar, dispensando as “forças atrativas” Newtonianas e a “curvatura do espaço-tempo” de Einstein. Propomos que os corpos celestes funcionam como máquinas térmicas (termodinâmica), onde a estabilidade orbital é mantida pelo equilíbrio entre a turbina de reação do Cone de Sombra e a propulsão repulsiva do Cone de 'Imagens'.

Através de um monitoramento contínuo por 12 anos, registrou-se as variações volumétricas (∆v), da massa (∆m) e temperaturas (∆t) em uma solução iônica isolada dentro do Hidrogravímetro Experimental. Os dados revelaram que as variações volumétricas estão fortemente correlacionadas com os alinhamentos Planetários em oposiçâo, demonstrando um acoplamento Espacial significativo entre Terra, Sol e Júpiter; nesse destaque.

Este glossário estabelece a terminologia técnica para a Teoria Cosmológica Espacial (TCE).
Termos específicos foram redefinidos para se alinharem com a realidade fluídica do 'Espaço' (E maiúsculo) e a matriz de
Imagens (I maiúsculo), e outros mais de 200 termos, garantindo clareza na descrição de Fenômenos Naturais e os Postulados Conceituais etc.
